Esta ate parece uma estoria de monstro mas eh a historia de um peixe mutante.
Os residentes proximos ao rio Great Kali na fronteira entre a India e o Nepal, justamente no trecho onde as pessoas praticam rafting, dizem existir ha muitos anos um monstro nas aguas do rio.
Recentemente um rapazinho nepales de 18 anos de idade foi puxado para o fundo do rio por um "porco alongado" segundo a descricao de testemunhas.
O biologo e apresentador de TV Jeremy Wade resolveu investigar os misteriosos desaparecimentos de criancas neste trecho do rio para um documentario e descobriu um tipo grande de peixe-gato do genero Bagarius conhecido como Goonch.
Eh provavel que estes Bagarius sejam os responsaveis pelos desaparecimentos de pessoas neste trecho do rio Great Kali.
Ha centenas de anos o rio tem sido utilizado em cerimonias funebres hindus, onde corpos inteiros ou parcialmente cremados sao jogados em suas aguas. O biologo especula que o grande peixe pode atraves dos anos ter desenvolvido seu paladar por carne humana, apos anos saboreando restos de cadaveres.
Wade disse que devido a abundancia de alimento no rio (restos de defuntos humanos), os peixes cresceram muito em tamanho. Ele mesmo pegou um desses peixes, que media 1.83 m e pesava 73 quilos!!
RESPONDA: A India deve preservar sua tradicao e cultura e continuar jogando restos humanos nos rios ou a India deve se modernizar e exigir que os corpos humanos sejam cremados em incineradores eltricos????
Iemanjá, Yemanjá, Yemaya, Iemoja ou Yemoja, é um orixá africano, cujo nome deriva da expressão Iorubá "Yèyé omo ejá" ("Mãe cujos filhos são peixes"), identificada no jogo do merindilogun pelos odu ejibe e ossá.
Yemojá, que é saudada como Odò (rio) ìyá (mãe) pelo povo Egbá, por sua ligação com Olokun, Orixá do mar (masculino (em Benin) ou feminino (em Ifé)), muitas vezes é referida como sendo a rainha do mar em outros países. Cultuada no rio Ògùn em Abeokuta
No Brasil, a orixá goza de grande popularidade entre os seguidores de religiões afro-brasileiras, e até por membros de religiões distintas.
Em Salvador, ocorre anualmente, no dia 2 de Fevereiro, uma das maiores festas do país em homenagem à "Rainha do Mar". A celebração envolve milhares de pessoas que, trajadas de branco, saem em procissão até ao templo-mor, localizado próximo à foz do rio Vermelho, onde depositam variedades de oferendas, tais como espelhos, bijuterias, comidas, perfumes e toda sorte de agrados.
Outra festa importante dedicada a Iemanjá ocorre durante a passagem de ano no Rio de Janeiro. Milhares de pessoas comparecem e depositam no mar oferendas para a dividade. A celebração também inclui o tradicional "Banho de pipoca" e as sete ondas que os fiéis, ou até mesmo seguidores de outras religiões, pulam como forma de pedir sorte à Orixá.
Na Umbanda, é considerada a divindade do mar, além de ser a deusa padroeira dos náufragos.
Iemanjá, rainha do mar, é também conhecida por dona Janaína, Inaê, Princesa de Aiocá e Maria, no paralelismo com a religião católica. Aiocá é o reino das terras misteriosas da felicidade e da liberdade, imagem das terras natais da África, saudades dos dias livres na floresta
Além da grande diversidade de nomes africanos pelos quais Iemanjá é conhecida, a forma portuguesa Janaína também é utilizada, embora em raras ocasiões. A alcunha, criada durante a escravidão, foi a maneira mais branda de "sincretismo" encontrada pelos negros para a perpetuação de seus cultos tradicionais sem a intervenção de seus senhores, que consideravam inadimissíveis tais "manifestações pagãs" em suas propriedades[2]. Embora tal invocação tenha caído em desuso, várias composições de autoria popular foram realizadas de forma a saudar a "Janaína do Mar" e como canções litúrgicas.
Qualidades
Yemowô - que na África é mulher de Oxalá,
Iyamassê - é a mãe de Sàngó,
Yewa - rio africano paralelo ao rio Ògún e que frequentemente é confundido em algumas lendas com Yemanjá,
Olossa - lagoa africana na qual desaguam os rios Yewa e Ògún,
Iemanjá Ogunté - que casa com Ògún Alagbedé,
Iemanjá Asèssu - muito voluntariosa e respeitável,
Iemanjá Saba ou Assabá - ela é manca e está sempre fiando algodão é a mais jovem.
Dia: sábado
Data: 2 de fevereiro;
Metal: prata e prateados;
Cor: prata transparente ou verde água;
Comida: manjar branco, acaça, peixe de água salgada, bolo de arroz;
Arquétipo: voluntarioso, fortes, rigorosos, protetores, altivos, algumas vezes, impetuosos e arrogantes.
Antecedendo o réveillon de 2008, devotos da Deusa das águas, estão nesse momento, dirigindo as suas preces a um arranha-céus, em forma de um monólito negro, na praia do Leme em Copacabana onde era costume, no último minuto do ano, surgir uma cascata de fogo, no topo desse monólito, iluminando o entorno bem como as oferendas.
Alo pessoal hoje eu vi na tv um noticiario que me chamou atenção, um índio brasileiro de bermuda, celular, colar de micanga pintdo com tinta tempera pedindo a população :" po r favor gente vao salva a amazônia , daqui a pouco nois não existe mais" peraí que coisa mais desfigurada , estão os nossos indios e tenha dó salvar a Amazonia, a por favor a Amazonia já é do Tio Sam desde a época da Ditadura junto com a Ilha de Fernando de Noronha, tudo muito bonito,mas não e mais nosso, e outra dão tanta atenção a Amazonia e a Seca do Nordeste, a mortalidade , a falta de alimentos, olha é nessas horas que eu digo , se cada ser humano vivente neste pais , plantasse sua arvore ou suas arvores e plantas e acabasse com essa história de vamos preservar a Amazônia, todo mundo podia dizer o seguinte eu estou salvando o meu ar que eu respiro, e tentando melhorar a vida de todos, a tenha dó, tem mais É QUE FAZER UM SHOPPING NA AMAZONIA, NO MEIO DA FLORESTA , COM TUDO AQUILO AI EU QUERER VER DESMATAR , OS SEM VERGONHA DOS MADEIREIROS IAM VIRAR COMERCIANTES . TENHO DITO.
São Sebastião patrono da Cidade do Rio de Janeiro, santo guerreiro ,protetor dos policiais.E no sincreismo religioso quem será:
ODÉ,OXOSSI, OTIN , IBUALAMO,MUTALAMBO ,....
OXOSSI
Divindade da caça que vive nas florestas. Seus principais símbolos são o arco e flecha, chamado Ofá, e um rabo de boi chamado Eruexim. Em algumas lendas aparece como irmão de Ogum e de Exú. Oxossi é o rei de Keto, filho de Oxalá e Yemanjá, ou, nos mitos, filho de Apaoka (jaqueira). É o Orixá da caça; foi um caçador de elefantes, animal associado à realeza e aos antepassados. Diz um mito que Oxossi encontrou Iansã na floresta, sob a forma de um grande elefante, que se transformou em mulher. Casa com ela, tem muitos filhos que são abandonados e criados por Oxum. Oxossi vive na floresta, onde moram os espíritos e está relacionado com as árvores e os antepassados. As abelhas pertencem-lhe e representam os espíritos dos antepassados femininos. Relaciona-se com os animais, cujos gritos imita a perfeição, e caçador valente e ágil, generoso, propicia a caça e protege contra o ataque das feras. Um solitário solteirão, depois que foi abandonado por Iansã e também porque na qualidade de caçador, tem que se afastar das mulheres, pois são nefastas à caça. Está estreitamente ligado a Ogum, de quem recebeu suas armas de caçador. Ossãe apaixonou-se pela beleza de Oxossi e prendeu-o na floresta. Ogum consegue penetrar na floresta, com suas armas de ferreiro e libertá-lo. Ele esta associado, ao frio, à noite, à lua; suas plantas são refrescantes. Em algumas caracterizações, veste-se de azul-turquesa ou de azul e vermelho. Leva um elegante chapéu de abas largas enfeitados de penas de avestruz nas cores azul e branco. Leva dois chifres de touro na cintura, um arco, uma flecha de metal dourado. Sua dança sumula o gesto de atirar flechas para a direita e para a esquerda, o ritmo é "corrido" na qual ele imita o cavaleiro que persegue a caça, deslizando devagar, às vezes pula e gira sobre si mesmo. É uma das danças mais bonitas do Candomblé.
Orixá das matas, seu habitat é a mata fechada, rei da floresta e da caça, sendo caçador domina a fauna e a flora, gera progresso e riqueza ao homem, e a manutenção do sustento, garante a alimentação em abundância, o Orixá Oxossi está associado ao Orixá Ossaê, que é a divindade das folhas medicinais e ervas usadas nos rituais de Umbanda. Irmão de Ogum, habitualmente associa-se à figura de um caçador, passando a seus filhos algumas das principais características necessárias a essa atividade ao ar livre: concentração, atenção, determinação para atingir os objetivos e uma boa dose de paciência. Segundo as lendas, participou também de algumas lutas, mas não da mesma maneira marcante que Ogum. No dia-a-dia, encontramos o deus da caça no almoço, no jantar, enfim em todas as refeições, pois é ele que provê o alimento. Rege a lavoura, a agricultura, permitindo bom plantio e boa colheita para todos. Segundo Pierre Verger, o culto a Oxossi é bastante difundido no Brasil mas praticamente esquecido na África. A hipótese do pesquisador francês é que Oxossi foi cultuado basicamente no Keto, onde chegou a receber o título de rei. Essa nação, porém foi praticamente destruída no século XIX pelas tropas do então rei do Daomé. Os filhos consagrados a Oxossi foram vendidos como escravos no Brasil, Antilhas e Cuba. Já no Brasil, o Orixá tem grande prestígio e força popular, além de um grande número de filhos. O mito do caçador explica sua rápida aceitação no Brasil, pois identifica-se com diversos conceitos dos índios brasileiros sobre a mata ser região tipicamente povoada por espíritos de mortos, conceitos igualmente arraigados na Umbanda popular e nos Candomblés de Caboclo, um sincretismo entre os ritos africanos e os dos índios brasileiros, comuns no Norte do País. Talvez seja por isso que, mesmo em cultos um pouco mais próximos dos ritos tradicionalistas africanos, alguns filhos de Oxossi o identifiquem não com um negro, como manda a tradição, mas com um Índio. Oxossi é o que basta a si mesmo. A ele estiveram ligados alguns Orixás femininos, mas o maior destaque é para Oxum, com quem teria mantido um relacionamento instável, bem identificado no plano sexual, coisa importante tanto para a mãe da água doce como para o caçador, mas difícil no cotidiano, já que enquanto ela representa o luxo e a ostentação, ele é a austeridade e o despojamento.
Odé no Batuque
ODÉ é o orixá das matas e florestas onde vive a caçar; é o protetor dos caçadores; seus filhos são espertos, rápidos e atentos.
* símbolo é o arco e flecha e a lança * cor é o azul marinho, * dia da semana é segunda-feira, * sincretismo no sul é com São Sebastião.
Comtemporaneos vai um linck de um blog que é muito interessante por ser feito por seres de uma extrema inteligencia, e senso de de criatividade http://blig.ig.com.br/opiniaoturno2/ e tambem por este seuservo fazer parte deste CLÃ. Deliciem-se
Pessoal me apresentando sou um senhor de 36 anos , latino americano , sem dinheiro no banco, sem parentes importantes e nascido e criado em Porto Alegre no meu PAÍS "Rio Grande do Sul ,por que antes de ser Brasileiro nasci Gaucho, e assim vou viver, de bota e bombacha, com boné e calça de brim. Dizendo desde já que é umprazer ter o mundo na minha porta pela internet e o coração da humanidade no outro lado do teclado.Muito Axé ePaz.